terça-feira, 4 de junho de 2013

CURTA METRAGEM (Relatório 5)


CONCLUSÃO:


Penso que a nossa Curta Metragem foi bem conseguida, pois seguimos um mesmo plano, desde que o estabelecemos. Plano este que envolve a nossa mensagem central, a mensagem de que as pessoas devem sempre olhar para as coisas uma segunda vez, talvez de outra maneira para tentar perceber ou compreender outro ponto de vista e não se basear apenas no que os seus olhos vêem.

CURTA METRAGEM (Relatótio 4 - Desenvolvimento 2)

DESENVOLVIMENTO (2)


Aspectos relativos à filmagem e montagem: Muitas das nossas filmagens foram realizadas sem a ajuda de um tripé, pois à nossa disponibilidade existia apenas um e vários colegas e precisar de utiliza-lo também. Apesar da falta do tripé penso que nos conseguimos sair bem. Quanto à montagem do filme realizamos-la no programa VegasStudio Pro. A vozes foram gravadas "por cima" do filme, ou seja através de um microfone e de seguidas passadas e trabalhadas no computador, no mesmo programa já referido.



Êxitos e frustrações, problemas, avanços e recuos: Penso que a nossa maior frustração foi o pouco espaço da máquina utilizada para as filmagens e a sua bateria, pois embora pareça pouco o nosso limite e tempo para filmagens terminava sempre quando menos esperávamos; outro pequeno problema (que faz toda a diferença num filme/curta metragem) foi o facto de não conseguirmos ter a ajuda de um tripé sempre a nossa disponibilidade.

CURTA METRAGEM (Relatório 3 - Desenvolvimento 1)


DESENVOLVIMENTO

Argumento: A nossa curta metragem baseia-se num dia ao acaso, de uma rapariga casual morena e de cabelos escuros que ao estar sentada num mero banco de jardim um completo desconhecido vai falar com ela e questiona se sobre um segundo olhar nas coisas que a toda hora vemos. Esta frase, dita e repetida várias vezes ao longo do filme vai fazer subir a razão deste mero desconhecido que pouco ou nada lhe disse. Palavras estas que embora poucas a fizeram acordar para muito da sua futura vida.



Sinopse: Com este pequeno filme pretendemos tentar mudar o pensamento de várias pessoas face à sua própria vida. Não tencionamos que deixem de a viver como vivem, apenas que a vivam com mais calma e não tanto stress. Que olhem para as coisas duas vezes e que pensem porque é assim. Esta curta é sobre uma rapariga completamente casual que se depara a refletir as palavras de um completo desconhecido, que é a maior parte das vezes chamado de "maluco" ao longo do nosso filme.


sexta-feira, 31 de maio de 2013

Pensar sobre uma imagem - Trabalho Completo


Passo1:


 Depois de uma reflexão sobre todas as imagens decidi basear me numa delas para prosseguir o meu trabalho (imagem e reflexão esta que podem ver mais abaixo no meu blog).


Passo 2:

 Após a minha reflexão decidi realizar o meu objecto plástico, que seria, seguindo a minha base de texto, uma chave. Chave esta que abrirá todos os caminhos que a rapariga quererá. (mais abaixo explico o raciocínio por completo). Esta chave for realizada de uma mineira bastante simples apenas com jornal - fazendo a forma - fita cola - juntando as peças - e por cima pintei a com tinta de cor azul para ser facilmente identificada num próximo trabalho em video.



(fotografia da chave)


Passo 3:


Após a visualização deste video conseguimos perceber que a rapariga de vermelho está loucamente a procura de uma chave (a chave azul que realizei ao longos das aulas de Oficína das Artes). Conseguimos perceber que sempre que ela encontra a chave e vai tentar apanha lá, ela foge. Tal efeito foi realizado para dar a entender que sempre que a oportunidade chega (quando a chave aparece) e que devido ao seu enorme tempo de reflexão ela acaba por escapar nos das mãos. Quero dizer por aqui que devemos agarrar as nossas oportunidades imediatamente quando achamos correcto. Podemos reflectir sobre elas, sim, mas se demorarmos demasiado tempo elas acabam por se dispersar de nós... assim como aconteceu no meu video, depois de tantas vezes encontrada e desaparecida a chave a rapariga de vermelho que tanto procura a chave 'dá em maluca'. Até que depois da chave aparecer, ela finalmente agarra-a e fica a aprecia-la já não de longe, mas sim de perto e a senti la nas suas mãos. Agora perguntam-se: mas porque é que ela tanto quer essa chave? E eu respondo: Porque ela a completa. Porque ela a faz sentir se mais confiante, com mais segurança dela própria, e também lhe faz 'abrir as portas que quer' (daí o elemento ser uma chave). A chave está dentro de todos nós, apenas temos de encontrá-la e seguir o nosso rumo.


CURTA METRAGEM (Relatório 2)


INTRODUÇÃO:

A nossa ideia inicial para a realização desta curta metragem era centrar nos na morte, no facto de o rapaz estar no fim da sua vida, no facto de ser tão jovem mas com a morte já à porta. Mas após uma segunda reflexão do conto decidimos não falar tanto de uma morte, pois a morte naquele conto é como que algo secundário, algo que é a razão pela qual o rapaz começa a reflectir tanto. Penso que o ponto central deste conto é fazer as pessoas pensarem e reflectirem bem antes de criticarem algo ou alguém. Fazê-los mudar o seu ponto de vista, ou mesmo se não o mudarmos fazermos a pessoa compreender o lugar do outro.

Esperamos conseguir transmitir essa mensagem focal através da nossa curta metragem.

CURTA METRAGEM (Relatório 1)


CURTA-METRAGEM

A história desta curta metragem baseia-se num conto escolhido pela nossa professora, conto este que se chama “Uma Esplanada Sobre o Mar” (http://pt.scribd.com/doc/20290657/Uma-Esplanada-Sobre-o-Mar). Este conto fala nos de uma rapaz que tem apenas mais três meses de vida, e de como ele tenta dar a noticia, não a uma namorada mas sim a uma rapariga presente na sua vida, e perante essa dificuldade extrema reflecte sobre todas as coisas que nos passam completamente ao lado durante a nossa vida. 



Decidimos centrar a nossa curta metragem nas palavras do rapaz, de quando ele nos faz repensar nas coisas digamos que olhá las pela segunda vez, será que é mesmo necessário? Será que isso nos vai fazer mudar o nosso pensamento do dia a dia? É perante estas falas que vamos seguir e basear o nosso filme.




Grupo: João Nogueira, Diana Pais e Niráli Dipac

terça-feira, 16 de abril de 2013

Pensar sobre uma imagem

Imagem 1:

Andrea Galvani 2001 "The inteligence of Evil"

TITULO: Desaparecer?

Talvez eu tenha tantos problemas que eles estão então a 'apoderar-se' de mim; dai o fumo ser negro e não por exemplo branco; o facto de estar no gelo/neve implica apenas que eu me sinta tão vazia, quieta, calma e só neste mundo, talvez me esteja a identificar com o local da paisagem.
Os meu problemas são tantos que só me apetece ir com este fumo, esquecer tudo, não ter de mais voltar, vou assim esconder me aqui neste gelo, neste frio, sozinho sem nada nem ninguém  pode ser que este fumo negro a minha volta se apodere realmente de mim e nunca mais terei mesmo de voltar a pensar em tais coisas.


Imagem 2:

Cornelia Parkers

TITULO: Pra' quê ter de esconder tanto?

Porquê? Porque é que nos temos de esconder tanto? Porque é que não podemos simplesmente dar a ver ao mundo o nosso amor, e o temos de esconder por detrás das nossa imagens? Não há explicação  simplesmente nos dizem que não...

O material desta escultura faz uma relação com a força do casal unido, e a todos os obstáculos por eles ultrapassados, porque escondidos ou não, eles estão juntos. Aquelas cordas em sua volta é prova de que juntos vão ficar, e mais uma vez o material - a pedra, um material forte que quando nos bate aleija - é como uma prova de que também irão muito ultrapassar.


Imagem 3:

Miranda Lichtenstein "Floater"


TITULO: Não consigo aguentar tanto

A pessoa, está com um ar triste ou cansado, como alguém que esta farta dos problemas e se tenta afastar ou esquecer deles por meros momentos e não consegue.
O pormenor de estar com os ouvidos dentro da água faz nos pensar que se calhar não quer mais ouvir os seu problemas ou o seu próprio pensamento, dando tudo tanto q lhe pensar que se calhar as vezes se prefere esconder ou “afogar” neste caso. A sua não felicidade na imagem faz nos acreditar mais neste seu “afogar” para esquecer tudo e todos.


Imagem 4:


Noé Sendas


TITULO: Quero ficar mas não quero

Quero estar aqui e ao mesmo tempo não quero, dai só visível a minha metade do corpo, e essa metade ser transparente, Vejo aquela porta/janela, como uma escapatória para mim, mas será que deveria fugir? Ou deveria ceder e ficar? Sinto me farta deste sitio quero mudar, não me sinto por completa aqui... No entanto se mudar, sei que vou sentir saudades, bastantes. Será que devia tentar? Sim, mudar de ares nunca matou ninguém... também não vai ser desta. Aquela chave ao meu lado direito permite me abrir todas as portas que eu quiser, vou levá la comigo, pode ser que me de mais coragem de avançar sabendo que pouco ou nada poderá correr mal com ela. Vou avançar, tentar não me vai custar. Mas sempre que tento agarrar aquela chave, ela foge de mim, não consigo, parece que é o destino que não me quer 'lá fora'... 

(Os tons de cinzento apresentados na imagem conseguem mostrar esta sensação de medo e frieza)



Imagem 5:



Gregor Scheinder

TITULO: é um simples esconderijo ou um mundo diferente?

Buraco, esconderijo, casa? sujidade e medo de lá entrar são as palavras que me vem a cabeça assim que olho para esta imagem. O que poderá estar la dentro? Não sei, mas a curiosidade de entrar e ver mata... a curiosidade de descobrir algo diferente daquilo que estamos habituados a ver neste nosso mundo tão "igual". Ao mesmo tempo penso que nos leva a lugar bastante mais obscuro que a nossa realidade plausível a que temos acesso todos os dias, a todas as horas e a todos os minutos e segundos das nossas vidas. Medo? Sim, mas a curiosidade de descobrir  também.


Imagem 6:



Man Ray 1920 Enigma of Isidore Ducasse


TITULO: Esconder

A imagem apresenta me algo tapado, escondido, e preso com cordas, é um objecto indefinível pelo menos enquanto coberto e completamente escondido. Estarão a esconder nos algo? Não sabemos, nem temos como saber, pelo menos enquanto não soubermos exactamente o que nos escondem... Pode algo estar preso, a tentar querer sair ou libertar se... ou pode ainda ser o contrario! Algo a esconder se...


Imagem 7:



Jean- Christophe de Clercq "Dessin"

TITULO: 




sexta-feira, 8 de março de 2013

STOP MOTION - (Relatorio 3) - OMb

STOP MOTION - (Relatorio 3) - OMb




Titulo: "Era uma vez..."

Grupo de trabalho: Diana Pais e Niráli Dipac

Sinopse do trabalho: Como dito nos relatórios anteriores o nosso trabalho centrava se no dia a dia de um individuo, este 'dia a dia' que acabamos por realizar acabou mais por ser digamos que uma tarde ou parte do dia uma pessoa. Neste caso de um rapariga vulgar, no seu quotidiano que decide ligar a dois amigos para passarem a tarde juntos. Isto sendo o nosso trabalho pratico, fora este tivemos que trabalhar o video em si, para tal usamos o programa Vegas Studio, ai consiguimos incorporar tanto as nossas fotografias como vários sons que desejavamos.

Êxitos/Frustrações: O nossso maior problema foi quando começamos a trabalhar o video - a stopmotion - em si, pois tivemos imensos problemas cm o programa, tanto com o Vegas Studio como com o Camtasia (que foi o que começamos a utilizar, e que por motivos tecnicos de estar constantememnte a falhar e a bloquear decidimos tentar um programa diferente). Neste outro programa, nao vou dizer que foi mais fácil, pois surgiram nos por vezes os mesmos problemas, mas apesar de tudo conseguimos resolve los. 
Penso que no geral a nossa stopmotion ficou bem conseguida e mostramos uma dinamica mais divertida e "sem problemas" de um dia que qualquer pessoa pode ter. 

Tenho de ter como grade base, pessoas que nos ajudaram a proporcionar este trabalho: Wilson Monteiro (que tambem aparece como 'actor'no nosso pequeno filme), Hemali Chandulal (fotografa em certas alturas), Sofia Gomes (tambem fotografa) e a bastantes colegas de turma e a stora Grace a quem ao longo das aulas e do trabalho fomos pedindo diferentes opinioes, e pequenas ajudas para funcionar com o programa. Todos nos deram, uma pequena grande ajuda para a realização do nosso trabalho. Obrigada!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

STOP MOTION - (Relatorio 2) - OMb



STOP MOTION - (Relatorio 2) - OMb

Titulo: *ainda por decidir*

Grupo de trabalho: Diana Pais e Niráli Dipac

Sinopse do trabalho: Depois de realizar as primeiras experiências decidimos mudar bastante da nossa história da Stopmotion. O tema geral mantém se - o dia a dia de uma pessoa - apesar de muito diferente da nossa ideia inicial do trabalho. Penso que de inicio estávamos a dar bastante moral a pequena historia de 4 minutos. Decidimos agora fazer algo mais natural.

Cenários: Optámos agora por utilizar quase sempre espaços exteriores. Apenas temos um espaço interior utilizado no inicio do filme durante bastante pouco tempo.

Estrutura/Roteiro/Planificação: Em principio todo o nosso filme irá decorrer pela baixa de Lisboa, com excepção a uns segundos iniciais do filme decorridos num espaço interior (casa).

Êxitos/Frustrações: Depois de muitas experiências e muitas fotografias tiradas percebemos que o tempo de video não era tanto como pensamos que fosse. Quanto as musicas do trabalho decidimos deixar para o fim tal escolha e não nos basearmos numa musica só, mas sim várias, tratando depois de escolhe-las.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O que é a Arte? - OFA



O que é a Arte? - OFA

Perante as imagens mostradas, podemos considerar que tudo é arte, até mesmo simples utensílios que usamos e que nos fazem falta no dia-a-dia. À primeira vista destes objectos se calhar não associo imediatamente a arte mas acredito que o Homem, quando a fez além de pensar na sua utilidade também pensou em dar-lhe alguma 'beleza', daí o objecto poder ser considerado arte para uns e para outros não.

[as imagens mostradas eram um urinol, uma bicicleta e uma escultura pequena]

(21 Janeiro 2013)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

STOP MOTION - (Relatorio 1) - OMb


STOP MOTION - (Relatorio 1) - OMb


Titulo: *ainda por decidir*

Grupo de trabalho: Diana Pais e Niráli Dipac

Sipnose do trabalho: Este trabalho vai ser realizado com base no dia a dia de um ser humano seguindo o som de uma das musicas "inception" ou "rhapsody in blue". Este dia a dia vai englobar tudo desde o nosso acordar ate ao voltar a adormecer, todas as coisas pelas que passamos durante o dia, desde a perder o autocarro e estar atrasado para o trabalho/escola, até aos cinco minutos do dia que temos para o nosso próprio relaxamento.

Cenários: Visto que o nosso trabalho vai englobar todo o dia a dia de um individuo, teremos de utilizar diversos cenários, tanto interiores como exteriores.

Material necessário: câmara fotográfica + tripé', programas de computador para editar tanto as fotografias tiradas como o som e o próprio video.

Estrutura/Roteiro/Planificação: Terá começo numa espécie de "acordar" do ser humano até o fim do seu dia.

Êxitos/Frustrações: As frustrações existentes neste momento são devido as incertezas em relação a escolha da musica o que não nos tem dado uma maneira mais correcta para a captação das fotografias ideais  apesar de as musicas coincidirem no mesmo tema.